Colégio Apoio
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//Proposta Inclusiva

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REFERENCIAL TEÓRICO

A proposta pedagógica do Apoio tem como referencial teórico o Socioconstrutivismo, cujo pressuposto básico é que o processo de ensino-aprendizagem concretiza-se em situações de interação entre o aluno, educadores e colegas e os diversos objetos de conhecimento, assegurando-se, assim, a construção de significados, a partir do estabelecimento de relações entre o que eles estão aprendendo de novo e o que já conhecem (conhecimentos prévios).
 
A construção desse conhecimento é concebida por nós numa perspectiva sociohistórica, porque reconhecemos que os conteúdos que a escola veicula (fatos, conceitos, princípios, valores, normas, atitudes e procedimentos) são criações culturais anteriores e/ou simultâneas ao processo escolar e potencializadas por ele.
 
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O PAPEL DO(A) EDUCADOR(A)

O educador, como mediador desse processo, precisa conhecer de perto seus alunos, para estar familiarizado com as estratégias cognitivas aplicadas por eles na resolução de situações-problema. Dessa forma, poderá ajudá-los, por meio de constantes questionamentos, a elaborar hipóteses que os aproximem cada vez mais da formalização das noções e conceitos trabalhados.
 
No fazer pedagógico, também garantimos a exploração de temas transversais e a integração entre as diversas disciplinas, visando ao exercício da cidadania, à aceitação das diferenças e ao desenvolvimento do sentimento de pertinência à nação brasileira. Por conseguinte, os alunos poderão atuar de forma mais consciente e responsável, reconhecendo-se capazes de agir para transformar. A proposta pedagógica do Colégio Apoio foi construída com vistas a criar algo novo em termos de cultura escolar, procurando superar os reflexos no contexto educacional, desse mundo marcadamente excludente e desigual. Nesse sentido, a Direção Pedagógica, a partir de permanentes reflexões críticas sobre os movimentos sociais e consciente das transformações que estes suscitam, propôs, desde a fundação do Colégio, a prática educacional inclusiva, gerando possibilidades de ingresso, acesso e permanência na escola, a todas as crianças e adolescentes que nela desejassem/ desejem ingressar.

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PEDAGOGIA DIFERENCIADA

Para isso, tem adotado uma Pedagogia Diferenciada ou da Diversidade, pautada na reflexão da prática educativa com um “novo olhar”, sensível às diferenças, atento à dinâmica e às demandas de cada classe como um todo e aos limites e possibilidades de cada aluno (a), único (a), singular, porém ao mesmo tempo igual, semelhante em direitos, deveres, necessidades e em valor.
 
Tal proposta vem sendo desenvolvida pautada na certeza de que o desafio da inclusão demanda uma mudança global na organização e funcionamento da escola, que necessita adaptar o seu projeto político-pedagógico, revendo paradigmas psicológicos, didáticos, socioculturais e administrativos, para assegurar a todos os seus alunos as melhores condições de desenvolvimento e aprendizagem.

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OBJETIVOS GERAIS

  • Favorecer o desenvolvimento do aluno nas áreas socioafetiva, psicomotora e cognitiva, incentivando a construção de sua autoconfiança, criticidade, responsabilidade e autonomia;
  • Promover a formação do cidadão, oferecendo-lhe modelos positivos para a estruturação de valores morais e éticos, essenciais à vida em sociedade;
  • Promover o desenvolvimento da confiança do aluno em suas potencialidades e a consciência das suas limitações e das do outro, reconhecendo, na diversidade, uma oportunidade para ampliação dos seus conhecimentos e enriquecimento das relações interpessoais;
  • Estimular o potencial criativo do aluno, para que desenvolva e aprimore suas formas de expressão nas diferentes linguagens (corporal, plástica, cênica, musical, oral, escrita e lógico-matemática);
  • Favorecer a apropriação de conhecimentos socioculturais e científicos, para possibilitar ao aluno a ampliação da sua visão de mundo e uma atuação consciente frente à realidade;
  • Formar cidadãos que conheçam e valorizem as riquezas naturais e a diversidade do patrimônio sociocultural brasileiro, fundamentais na estruturação da identidade pessoal e nacional.

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AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS

 

EDUCAÇÃO INFANTIL

Realizamos a modalidade de avaliação formativa (processual), caracterizada, principalmente, por ser:


  1. Integral: abrangendo todas as áreas de desenvolvimento - socioafe­tiva, psicomotora e cognitiva.
  2. Interativa: comprometendo nesse processo, além da(o) professora/ professor, demais educadores do Colégio, os(as) próprios(as) alu­nos(as) e seus familiares.
  3. Contínua: realizada em diferentes momentos e através de diversos procedimentos.
  4. Acumulativa: os principais conteúdos (conceitos, fatos, procedimen­tos, valores e atitudes) trabalhados no I Semestre serão aprofunda­dos e reavaliados no II Semestre.
  5. Diferenciada: definiremos metas de aprendizagem adaptadas e/ ou instrumentos/intervenções diferenciados, para avaliarmos, de maneira justa, o desempenho dos alunos que, por fatores diversos, estejam com dificuldade de superar os desafios propostos ao seu grupo-classe ou com extrema facilidade de desempenho, necessi­tando de desafios diferenciados.

Procuramos, assim, assegurar na avaliação, a prevalência de aspectos qualitati­vos sobre os quantitativos.

Com vistas à socialização dos resultados da avaliação formativa (processual) que realizamos, organizamos o ano letivo em 2 semestres.

Procedimentos avaliativos que usamos frequentemente:


  1. Observação sistemática dos procedimentos e atitudes em permanente construção (metas da Formação Pessoal e Social).
  2. Análise crítica por parte das professoras de todos as diferentes produções dos alunos.
  3. Registros das professoras, tanto em pautas de avaliação quanto em textos descritivos acerca do desempenho dos alunos, observado em diferentes momentos da rotina escolar.

Através desses procedimentos, estaremos permanentemente diagnosticando o grau de aproximação/afastamento do(a) aluno(a) em relação às metas de aprendizagem definidas e expressas nas fichas de acompanhamento individu­al/avaliação.

Índices de Aprendizagem usados em todos os ciclos:

(que expressam esse grau de aproximação das metas)

AM - Atingida a Meta

BAM - Boa Aproximação da Meta

RAM - Regular Aproximação da Meta

IAM - Insuficiente Aproximação da Meta

As professoras vão continuamente registrando aspectos essenciais observados no desenvolvimento escolar do(a) aluno(a) e na dinâmica geral da classe, com­partilhando-os com o SOP e as famílias. Ao final de cada semestre, apresenta­remos às famílias um relatório de conteúdos construídos e principais atividades desenvolvidas por cada grupo-classe naquele período, e uma ficha avaliativa individual, com as metas de aprendizagem previstas para o período, com os respectivos índices de aprendizagem apresentados pelo(a) aluno(a) em cada campo de experiência. Essa informação por meio de índices será complemen­tada com observações acerca de aspectos particulares do desempenho do(a) aluno(a) e, se necessário, com orientações da nossa equipe. Os pais, por sua vez, são solicitados a escrever a sua análise crítica desses registros avaliativos e enviá-la à professora responsável.

Ao final dos meses de abril e setembro, os pais receberão feedbacks da profes­sora sobre o percurso de aprendizagem dos filhos (registro sintético da Avaliação Processual) e o SOP atenderá individualmente os pais ou responsáveis dos alu­nos que estiverem apresentando dificuldades na aprendizagem, a fim de orien­tá-los acerca de intervenções necessárias.

Em função da natural diversidade existente em cada grupo-classe, adaptamos para os alunos com Necessidades Educacionais Específicas, sempre que neces­sário, tanto as metas de aprendizagem definidas para cada semestre, quanto o grau de dificuldade e/ou de abrangência das propostas avaliativas, de modo a cobrar de cada aluno(a) o que ele(a) tem reais condições/possibilidades de aprender.
 
 
 

ENSINO FUNDAMENTAL

Realizamos a modalidade de avaliação formativa (processual), caracterizada, principalmente, por ser:


  1. Integral: abrangendo todas as áreas de desenvolvimento: socioafeti­va, psicomotora e cognitiva.
  1. Interativa: comprometendo nesse processo, além do(a) profes­sor(a), demais educadores do Colégio, os(as) próprios(as) alunos(as) e seus familiares.
  2. Contínua: realizada em diferentes momentos e através de diversos procedimentos.
  3. Acumulativa: os principais conteúdos (conceitos, fatos, procedimen­tos, valores e atitudes) trabalhados em cada etapa serão aprofunda­dos e reavaliados nas etapas seguintes.
  4. Diferenciada: definiremos metas de aprendizagem adaptadas e/ ou instrumentos/intervenções diferenciados, para avaliarmos, de maneira justa, o desempenho dos alunos que, por fatores diversos, estejam com dificuldade de superar os desafios propostos ao seu grupo-classe ou com excessiva facilidade de desempenho, necessi­tando de desafios diferenciados.

Procuramos, assim, assegurar na avaliação, a prevalência de aspectos qualitati­vos sobre os quantitativos.

Com vistas à socialização dos resultados da avaliação formativa (processual) que realizamos, organizamos o ano letivo em 3(três) etapas.

Procedimentos avaliativos que usamos frequentemente:


  1. Observação sistemática da postura de estudante em permanente construção (metas da Formação Pessoal e Social).
  2. Diferentes produções individuais e/ou coletivas, como: compreen­são de leitura, produção de textos, exercícios em livros e fichas, jo­gos, resolução de problemas, registros de experiências, vivências, aulas de campo, seminários, debates.
  3. Testes orais e escritos. . Obs: Ao final de cada etapa, os alunos do 9º ano farão simulados.
  4. Autoavaliação.

Através desses procedimentos, estaremos permanentemente diagnosticando o grau de aproximação / afastamento do(a) aluno(a) em relação às metas de aprendizagem definidas para cada disciplina e expressas nas fichas de acompa­nhamento individual/avaliação.

Índices de Aprendizagem usados em todos os ciclos:

(que expressam esse grau de aproximação das metas)

AM - Atingida a Meta

BAM - Boa Aproximação da Meta35

RAM - Regular Aproximação da Meta

IAM - Insuficiente Aproximação da Meta

1º ao 9º ano - Utilizamos os índices de aprendizagem acima para registrar a síntese da avaliação realizada. Esses índices serão comunicados aos alunos, con­tinuamente, para informá-los sobre a sua apreensão dos conteúdos abordados e grau de aproximação das metas definidas e orientar a sua recuperação de apren­dizagem, caso sejam observadas algumas dificuldades em relação aos conteúdos trabalhados. Essa recuperação realiza-se, prioritariamente, de forma paralela ao processo de ensino-aprendizagem, através de reorientações e encaminhamen­tos diferenciados de tarefas e aplicação de novos instrumentos avaliativos.

Os pais acompanharão o desenvolvimento dos (as) filhos(as), por meio das dife­rentes produções realizadas em classe e em casa, da participação nos diferentes eventos e momentos de socialização de conhecimentos, dos registros da Avalia­ção Processual enviados aos familiares, no meio da I e III etapas e, ao final de cada etapa, através de fichas de acompanhamento individual, equivalentes a boletins escolares.

Os alunos do 1º ano só levarão registro de Avaliação Processual (no meio da etapa) na II e III etapas, por necessitarem de mais tempo para se adaptarem à dinâmica do Ensino Fundamental e para serem formalmente avaliados.

Na volta das férias de julho, no meio da II etapa, os pais ou responsáveis dos alunos que estiverem com dificuldades para atingir as metas de aprendizagem traçadas serão atendidos individualmente pelo SOP para se inteirarem do real percurso de aprendizagem do(a) filho e serem orientados sobre meios mais efe­tivos de ajudá-lo (a) paralelamente ao colégio. Os pais são solicitados a enviar, por escrito, a sua análise da avaliação que receberam, na própria folha de auto­avaliação preenchida pelo(a) aluno(a).

Em função da natural diversidade existente em cada grupo-classe, adaptamos para os alunos com Necessidades Educacionais Específicas, sempre que neces­sário, tanto as metas de aprendizagem definidas para cada etapa, quanto o grau de dificuldade e/ou de abrangência das propostas avaliativas, de modo a cobrar de cada aluno(a) o que ele(a) tem reais condições/possibilidades de aprender.

Fará Recuperação Anual (após concluídos os dias letivos exigidos por lei) o(a), aluno(a) que não apresentar uma síntese anual “AM” ou “BAM” em qualquer das disciplinas.

Obs. Os alunos do 1º ano somente vivenciarão a Recuperação Paralela ao Pro­cesso, devido à natureza do trabalho nessa faixa etária e não participarão desses 36

momentos mais formais de Recuperação Anual e Final.

Após a Recuperação Anual, define-se uma Nova Síntese Anual (NSA), conside­rando-se os esforços e investimentos no período de recuperação. Fará Recupe­ração Final (em janeiro), o(a) aluno(a) que não obtiver na Nova Síntese Anual “RAM”.

Obs.: O(A) aluno(a) do 6º ao 9ºano só poderá submeter-se à Recuperação Final, no máximo, em 4 disciplinas.

A síntese avaliativa final exigida para aprovação é expressa pelo índice “RAM”.

IMPORTANTE: Um aluno Apoio deverá estar consciente de que sua avaliação ocorre diariamente, já que ela é parte integrante do processo ensino-aprendi­zagem, do qual ele é construtor e principal responsável. Desta forma, minimiza­mos tensões desnecessárias frente a situações tradicionais de avaliação. Esse é um aspecto importantíssimo de nossa prática e que precisa ser bem assimilado pelas famílias, para que possamos assegurar um compromisso consciente e tran­quilo dos nossos alunos em relação à aprendizagem.

Sendo assim, os alunos não serão informados dos períodos de atividades avalia­tivas. Informamos aos mesmos, apenas, os períodos de recuperação, que ocor­rem ao término do ano letivo.
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APOIO A ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

"Viva e cresça com a diferença" O colégio APOIO assume a identidade de escola inclusiva que, na sua concepção, é aquela que se organiza para não só acolher alunos com necessidades educacionais especiais, mas que se compromete em assegurar a todos, as melhores condições de interação e desenvolvimento global, seja em classes regulares ou em classes especiais, denominadas de Classes Integradas. Os alunos incluídos vivenciam um currículo adaptado, de acordo com suas possibilidades e limitações frente à aprendizagem, nas diferentes áreas do conhecimento. Este currículo é geralmente adaptado a partir do estabelecido para cada série, após o estudo das necessidades e reais condições de cada aluno(a).

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ADAPTAÇÕES CURRICULARES

Procuramos fazer com que as adaptações curriculares no nível individual incorporem, ao máximo, as importantes vivências coletivas propostas à classe e ao colégio como um todo e o grau de dificuldade das propostas vai sendo dosado conforme os avanços obtidos por cada um(a). Seguindo os princípios (documentos/legislação) orientadores para uma escola de qualidade para todos, a escola INCLUSIVA, o aspecto das “Adaptações Curriculares” coloca-se como fundamental.
 
Adaptações Curriculares são ajustes ou modificações que deverão ocorrer nos objetivos, conteúdos, critérios de avaliação, temporalidade ou nas atividades de ensino-aprendizagem, para atender à diversidade de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais.
 
Essas adaptações são realizadas de forma espontânea / rotineira, no âmbito da sala de aula sob a responsabilidade do (a) professor (a), dentro de atividades comuns à sala, como também, no âmbito mais amplo do aspecto acadêmico do colégio.
 
Nesse sentido, o SOP presta uma assessoria específica aos profissionais que atuam com o (a) aluno (a) com NEE, a fim de construir, junto aos mesmos, as necessárias adaptações. Materiais específicos também são adquiridos ou construídos pelas coordenadoras e professoras acompanhantes-pedagógicas, para favorecerem a participação dos referidos alunos na dinâmica da sua sala e facilitar a gestão da classe pelo (a) professor (a).
 
Apesar da proposta/atividade adaptada ser, prioritariamente, contextualizada dentro do que é proposto regularmente ao grupo-classe, ela poderá se distanciar significativamente nos seus objetivos, no nível de desafio, pois ela deverá atender às necessidades individuais de cada aprendiz.

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AVALIAÇÃO DIFERENCIADA

Na avaliação, promoção/retenção do aluno N.E.E., diversos aspectos estão “envolvidos”, desde os aspectos socioafetivos (estabilidade emocional, interação com o grupo-classe, autonomia) até os aspectos cognitivos, referentes a avanços possíveis que ocorreram e os que poderiam ter ocorrido, mas que por alguma inadequação (familiar/escolar) não puderam ser assegurados. A partir disso, a retenção do aluno com N.E.E poderá vir a ser necessária, visando garantir-lhe melhores condições gerais para seguir no curso da aprendizagem.
 
Para casos extremos de defasagem quanto às condições de aprendizagem ou faixa etária, planeja-se uma Diversificação Curricular, compondo-se um Plano Individualizado de Ensino (P.I.E.), no qual serão traçadas metas essenciais de socialização, auto-cuidados e construções conceituais básicas, úteis, funcionais na vida diária do aprendiz, de modo a melhor prepará-lo para uma atuação mais autônoma na vida social. Para melhor orientarem o seu trabalho nessa perspectiva diversificada, os(as) professores (as) de classe são auxiliados (as) pela equipe do Serviço de Orientação Psicopedagógica ( SOP) e por outros educadores que orientam diferentes modalidades de apoio, entre elas:

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MODALIDADES DE APOIO

A) Acompanhante Pedagógica É uma professora auxiliar de sala em tempo permanente, com o olhar mais específico para um ou dois determinado(s) aluno(s) com necessidades educacionais especiais. Ela deverá estar apropriada do planejamento geral da classe , para poder fazer as devidas adaptações no mesmo, facilitando a execução por parte dos (as) referidos(as) alunos(as), das propostas da rotina da sala e, principalmente, deverá auxiliar a professora da turma nos aspectos da gestão da sala de aula de que ela mais necessite e na avaliação e redirecionamento das propostas futuras, dirigidas aos(às) alunos(as) em questão.
 
B) Professora Itinerante Esta profissional tem a função de auxiliar o aluno com necessidades educacionais especiais, na sua própria sala de aula, a realizar as atividades que lhe são propostas, com melhor compreensão, facilitando, também, o seu entrosamento com seus pares, na produção de algo conjunto. Geralmente, atua em mais de uma sala de aula, colaborando com a professora no atendimento diferenciado a determinado(s) aluno(s)
 
C) Sala de Recursos É um serviço criado para auxiliar as professoras de sala no atendimento diferenciado aos alunos com necessidades educacionais especiais, no próprio horário de trabalho, visando assegurar-lhes uma orientação mais individualizada, minimizando, assim, as suas dificuldades de aprendizado. Os alunos que participam desse serviço são encaminhados por suas professoras para a Sala de Recursos, em horários combinados entre elas e a educadora que irá atendê-los . O atendimento geralmente é feito em duplas e as atividades que lá se realizam são construídas pela(s) própria(s) professora(s) da classe, podendo ser adaptadas pela educadora responsável por esse serviço.